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sábado, 9 de agosto de 2008

Certa noite- 3 na massa

Voltei meu povo! Tava com saudades de escrever, já faz tempo! RS, Mais deixou aqui um poema linda! Conheci ontem, 3 na massa! Uma suavidade musical incrível, poesia musicada, bem bacana!
Deixo umas das letras bacaninhas desse grupo! Bjs


Hoje você me deixou
Quer dizer
Hoje você me deixou de novo
Depois a gente volta
Sempre voltou
Você voltou
Voltou sempre que me deixou
Mas há sempre algo que se lasca
Que se acaba
Uma magia que se estraga
Uma vela que se apaga
Aos poucos
Um abalo que um dia, talvez, não dê mais jeito
Uma ofensa que, talvez, desta vez, não dê conserto
E então chega um dia em que eu não te reconheço
Um dia que não vem depois do outro
Uma certa noite
Fora do tempo
E então um dia eu não me reconheço
E quero o que eu nem sabia
Que era isso que eu queria

Uma noite tão quente como essa
Pode ser um novo começo
Poder, querer, ser
Sem ter você

Se você não me quer mais
Eu quero me perder

Se você não me quer mais
Eu quero te perder

Se você não me quer mais
Eu quero

Que o fogo que vem de baixo
Seja fogo negro, intenso
Um fogo sem descaso
Pra me queimar em silêncio
E então finalmente eu me esqueço
E me entrego
Você é quem me dá tudo quente e espesso
Que me dá tudo que eu mereço
E não me nego
Então eu danço
Danço

Uma noite tão quente como essa
Pode ser um novo começo
Querer, poder, ter
Sem ser você

Se você não me quer mais
Eu quero me perder

Se você não me quer mais
Eu quero te perder

Se você não me quer mais
Eu quero.

**Estrondo

Entrei
como estrondo eu entrei
baby estrago eu sei que causei
visível, tocável e irreal

Brinquei
com tua alma e rasguei
baby teu corpo eu mastiguei

Lembra de quando eu vim para cá, a primeira vez?
virei tua vida de cabeça para baixo
e você bem mansinho
porque amor quente que nem o meu
você nunca teve nessa vida
desse jeito não
é então vem cá
vem sentir a minha pele em brasa
e o gosto forte da minha boca
faz tudo como se fosse a última vez
faz porque hoje eu vou embora

domingo, 13 de julho de 2008

To meio ultimamente com uma preguiça de escrever aqui que vocês não tem ideia pessoal, mais logo logo volto com novidades quentíssimas, Beijos beijos

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Um Pouco de humor negro não faz mal a ninguén ne?

Estava na minha cabine individual, concentrado no excel, quando ao olhar para o lado percebo que Carlos estava passando mal, tossiu 2 vezes e apagou, de repente começou a estribuchar..eu fiquei ali..observando atentamente e fiquei chocado como ninguém fez nada! Carlos então começou a estribuchar mais forte e bateu a cabeça no monitor, derramando muito sangue, olhei para aquela cena e percebi que tinha de fazer algo, levantei e gritei: Vocês não vão fazer nada!? Era horário do almoço, e eu era o único na sala. Desci, fui almoçar uma picanhazinha, quando voltei sentei na cadeira e olhei para Carlos como quem não quer nada e para minha surpresa ele estava vivo, me olhou como quem pedisse ajuda, se arrastou 2metros e desmaiou, em estado de choque entrei no MSN, pus o Nick: "O Carlos ta morrendo! façam alguma coisa! Brasil rumo ao Hexa!", fiquei offline, online, offline, online..Todos devem ter visto meu Nick e não fizeram nada..Pulei o corpo de Carlos e fui beber uma agua para me acalmar..Passou 3 dias ali.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Sempre quando escrevo algo novo por aqui fico me perguntando se você vai ler, sempre esqueço de te perguntar, mais ei de lembrar isso ainda essa semana, e vc...É vc mesmo! Sabe que escrevo isso pra vc! Poxa! a gente briga tanto, as vezes vc é um tanto quando insensível! Mais o tempo faz com que a gente perceba que nada nem ninguém nesse mundo e perfeito! Então fica assim, essa é pra vc mais uma vez! E se vc ler por favor, vê se me fala pelo menos!

Quando você ouve o meu coração eu gosto
Quando você me toca
Eu fico excitado
E eu nunca pensei que eu diria
Eu estou muito envolvido
Todas as pequenas coisas que você faz

Quando você me olha daquele jeito isso me move
Quando você toma a minha mão o amor vai direto pra mim
E a razão pela qual me sinto tão bem
É que você envolve o seu coração
Todas as pequenas coisas que você faz

Você é o ritmo na minha canção
É o que me mantém aceso
O único lugar ao qual pertenço eu desejo estar
Você é a metade que me faz completo
A única pessoa que vê a minha alma
Amor, isso é tão real, mas eu ainda não posso acreditar.
Todas as pequenas coisas que você faz

Quando você toma minha mão
Eu gosto
Oh eu gosto
Quando você escuta meu coração
Oh eu gosto
Eu gosto, gosto tanto...

segunda-feira, 30 de junho de 2008


Você bem sabe
Que eu não sei te dizer
Tudo o que sinto por você
Mas
Você bem sabe
Que we always lie
But we can never say goodbye

Você nem sabe
Me dizer o que sentir
No coração
Mente sem ter razão
Não vou fugir
Mas não vou ficar
Sempre loving you
Só porque we were so happy

Voce não quer dizer que não quer
Mas também não diz
Se é feliz
E tem um novo amor

Vai ou não vai
Que eu vou ou não vou
Seja como for
Com você, sem você
Com você, sem você
A gente tem é que crescer.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Paula Fernandes


A cantora e compositora mineira Paula Fernandes de Souza nasceu em Sete Lagoas. Começou a cantar aos nove anos. Aos dez, lançou o primeiro disco em formato independente, neste período, se apresentou em lugares variados e fez divulgação em programas de televisão e rádio. Na cidade natal, Paula apresentou o programa de rádio “Criança Esperança”. Na mesma época participou do programa “Paradão Sertanejo”, na TV Band Minas.

Com doze anos, mudou com a família para São Paulo. Foi contratada por uma companhia de rodeios, com a qual trabalhou durante cinco anos, viajando por todo o Brasil cantando músicas românticas no estilo sertanejo e, principalmente, country music, que é sua grande paixão.

Apresentada ao diretor Jayme Monjardim, por Marcus Viana, agradou tanto que foi convidada para cantar “Ave Maria Natureza”, na trilha sonora da novela “América”, a música também está no CD “Canções do Vento Sul” – lançado em 2005 -, produzido pelo Selo Independente Sonhos e Sons e tem a participação especial do cantor Sérgio Reis na música “Sem Você”, que não economizou elogios ao talento e beleza da voz de Paula: “É a mais bela voz que ouvi nos últimos dez anos”, afirmou.

Paula Fernandes foi indicada ao Prêmio Tim de música 2006 na categoria de Melhor Cantora Popular (júris popular e oficial).

Sua releitura de Dust in the Wind valeu-lhe a inclusão na novela “Páginas da Vida”. Devido à boa repercussão da música, a cantora está lançando o CD “Dust in the Wind”, que traz além da música versão do Kansas, canções do repertório internacional como: “Angel”, de Sarah MacLachlan,“ The Boxer”, de Paul Simon, Sweet Water, de Marcus Viana, Don’t, de Eillen Lange/Robert Lange, Um Dia Sin Ti, de Per Gessle/Mats Persson / Luis Gomez Escolar, dentre outros sucessos que Paula já cantava em seus shows.

O CD foi produzido pelo Selo Sonhos e Sons e será distribuído pela Coqueiro Verde – EMI, teve a direção de Marcus Viana.




Todo seu!!!

Se, se tudo que arrisquei foi por você
Pra tentar Provar a ti o meu querer
Uhm! Invadi seu coração

Se na cede de querer te merecer
Acabei por te ferir, te fiz sofrer
Uhm! Eu perdi minha razão

Meu amor, vim aqui me desculpar
oôôô! Se brinquei com o seu coração
Vem amor, se você quiser me escutar
tô aqui nesta canção

Meu amor, vim aqui pra te contar
Oôôô! Que a criança em mim cresceu
Por amor, se você quiser me aceitar
Tô aqui, sou todo seu.

Se um dia eu fui errado com você
Na verdade estou aqui pra te dizer:
Uhm! Meu amor peço perdão

Se as palavras que te digo são em vão
Não conseguem comover teu corção
Oôôô! Eu não quero mais viver

Tô aqui sou todo seu
Tô aqui sou todo seu

Para um anjo que vive comigo constantemente!!!
Bjs Bjs

Hj to uma coisa meio assim... Meio mexicano demais!!


Noche de ronda
que triste pasas
que triste cruzas
por mi balcón
Noche de ronda
cómo me hieres
cómo lastimas
mi corazón

Luna que se quiebra
sobre la tiniebla
de mi soledad
?A dónde vas?
Dime se esta noche
Tú te vas de ronda
como ella se fue
?Con quién estás?

Dile que la quiero
Dile que me muero
de tanto esperar
que vuelva ya
que las rondas no son buenas
que hacen daño, que dan penas
y que acaban por llorar

"Noite passada eu sonhei que alguém me amava"



Na noite passada eu sonhei
Que alguém me amava
Nenhuma esperança, nenhum dano
Apenas outro alarme falso

Na noite passada eu senti
Braços reais me abraçando
Nenhuma esperança, nenhum dano
Apenas outro alarme falso

Então, me diga quanto tempo faz
Antes da última pessoa?
E me diga quanto tempo faz
Antes da pessoa certa?

A história é velha - eu SEI
Mas continua
A história é velha - eu SEI
Mas continua



Este Homem Charmoso

Bicicleta com pneu furado
Num vale desolado
Será que a natureza ainda vai fazer de mim um homem?
Quando neste carro charmoso
Este homem charmoso

Por que pensar na complexidade da vida
Quando o couro é macio e liso
No banco do passageiro?

Eu sairia esta noite
Mas eu não tenho um trapo para vestir
Este homem disse "é horrível
Que alguém tão bonito deva se preocupar com isso"

Um garoto emergente
Que nunca soube seu lugar
Ele disse "devolva a aliança"
Ele sabe tanto sobre essas coisas
Ele sabe tanto sobre essas coisas

Eu sairia esta noite
Mas eu não tenho um trapo para usar
Este homem disse "é horroroso que
Alguém tão lindo deva se importar com isso"
Oh, este homem charmoso
Oh, este homem carmoso

Um garoto emergente
Que nunca soube seu lugar
Ele disse "devolva a aliança"
Ele sabe tanto sobre essas coisas
Ele sabe tanto sobre essas coisas
Ele sabe tanto sobre essas coisas

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Meu Beijo no asfalto!


Esse texto começou como um relato. Um comentário, daqueles que dissecam algumas das coisas que eu mais amo. Depois de algumas linhas eu percebi que era preciso algo mais forte. A situação necessita uma vestimenta mais adequada, às vezes roupa nenhuma. Seria fácil vibrar com a peça, mas seria triste não deixar transparecer o meu amor por ela, como aconteceria no texto que eu abandonei.

Em estilo rodrigueano, eu deixo a luz cair em resistência, de modo que meus olhos quase não sejam vistos enquanto eu grito minhas paixões.

“Eu não beijaria um homem que não estivesse morrendo!”

Fique claro: essa é a visão de Arandir das coisas.

Arandir decidira que a esposa deveria fazer um aborto. Ela era linda demais para desfigurar o corpo. Depois de só um ano de casado ele preferia não encerrar a lua-de-mel ainda. Ela, criatura “fina, frágil” e “de intensa feminilidade”, concorda. Foi penhorar uma jóia para pagar pelo procedimento. No caminho de volta, já com o sogro, Aprígio, voltando para casa, vê um lotação que atinge um rapaz junto ao meio fio. Ele se aproxima.

"estava morrendo. Morrendo junto ao meio fio. Mas ainda teve voz para pedir um beijo. Agonizava pedindo um beijo.”

Arandir deu o beijo. Visto por um repórter, o caso foi explorado, a história foi reescrita: agora Arandir tinha um relacionamento com o rapaz, depois a viúva do Atropelado os tinha visto juntos, finalmente, para todos era fato consumado.

“Seu marido mantinha relações anormais com outro homem. (…) Te traía não com uma mulher, mas com um cara! Na hora de morrer, ainda levou um chupão!”

“Relações anormais”, “intimidade que não pode existir entre homens”. Os termos variam, todos no mesmo sentido. Não, não pretendo desenrolar uma tese sobre a visão da sexualidade na época. Isso realmente não importa. O que importa é que um homem foi humano o suficiente, homem o suficiente, pra deixar um desconhecido morrer feliz. A recompensa que ele recebe é clara: piadas no trabalho, dúvidas dos visinhos, família e amigos. Ele deixa de importar, deixa de existir. O beijo resume toda sua existência.

“Parei a cidade. Só se fala no ‘Beijo no Asfalto’!”
“A pederastia faz vender”

O jornalista tem necessidade de fama. Ligado a um policial homofóbico, ele convence as pessoas de que há ali uma história, boa a ponto de elas deixarem de acreditar em si mesmas e concordarem. As versões são construídas com palavras hábeis, ameaças e violência. Selminha, a esposa de Arandir, que, a princípio não se incomoda com o que aconteceu, começa a ter nojo do marido. A viúva do atropelado inventa um caso sobre os dois tomarem banhos juntos. Desconhecidos ‘reconhecem’ o sujeito de vista, sempre ligando-o a Arandir, sempre levando os outros a confirmarem a história.

O refúgio da casa perde sentido sem o apoio da mulher. Quando ela é levada pela polícia, ele foge. Ela é ameaçada até concordar com a história. Desiste de defender seu homem, depois de ter sua roupa arrancada por outros dois. Seu constrangimento é uma vingança àquele que ela causa ao policial, ao jornalista e à platéia, defendendo a honra de seu marido.

"Eu conheço muitas que é uma vez por semana, duas e, até, 15 em 15 dias. Mas meu marido todo o dia! Todo o dia! Todo dia! Meu marido é homem! Homem!”

Quando a esposa se convence de que o marido a traía e o abandona, recusando-se a ir encontrá-lo no hotel onde se escondia, sobram apenas duas tramas, até então subalternas. Dália, a irmã de Selminha, era apaixonada pelo cunhado. Selminha o abandona e ela aproveita para se entregar. Vai ao hotel. Se confessa. Aceita morrer junto com ele. Não se importava com mais nada. Inocentemente pergunta se era verdade sobre o caso com o atropelado.

“Você é como os outros. Igual aos outros. Não acredita em mim.”

Dália o perde ao se igualar ao mundo e deixa o hotel. Aprígio entra no quarto. Nesse momento, a platéia foi alimentada acreditando que ele não gosta do genro. Tanto que nem fala o nome dele, e evita ao máximo a sua presença. A sugestão de Arandir é que o sogro tem um ciúme muito grande de Selminha para suportar o homem que a roubou dele.

“O senhor me odeia porque. Desejava a própria filha. É paixão. Carne. Tem ciúmes de Selminha!”
“De você! Não de minha filha. Ciúmes de você. Tenho! Sempre. Desde o teu namoro que eu não digo o teu nome. Jurei a mim mesmo que só diria o teu nome a teu cadáver. Quero que você morra sabendo. O meu ódio é amor. Por que beijaste um homem na boca? Mas eu direi o teu nome. Direi teu nome a teu cadáver.”

É desesperador, é infeliz, é honesto. Como a falta de caráter do jornalista Amado. Como a incapacidade do delegado Cunha. Como o sofrimento de Dália. Como o medo de Selminha. Como a pureza de Arandir.

“Ninguém pode viver sem ninguém.”

Selminha estava certa. Ao fim da peça todos estão traídos, desesperados, bêbados ou abandonados, de modo que eu pareço ouvir essa fala dela se repetindo quando a luz se apaga, esclarecendo, depois de tiros, sobre os gritos de Aprígio ao cadáver de seu querido, que ele nao viverá sem ninguém.

“Arandir! Arandir! Arandir!”

Arandir foi humano. Por mais que me agrade mais a versão eles-tinham-um-caso-secreto, essa não é a história de uma paixão interrompida cedo demais junto ao meio-fio. Essa é a história de como algumas pessoas simplesmente são pessoas. E como outras simplesmente sabem o que fazer para ter o que querem. Explorar não é novidade, mas explorar algo tão lindo é minimamente doentio, completamente sufocante, indiscutivelmente rodrigueano, inegavelmente uma das coisas horríveis que mais me apaixonam.

É lindo! É lindo, eles não me entendem. Lindo beijar quem está morrendo. Eu não me arrependo! Eu não me arrependo!”

E não deveria. Eu também não me arrependo…

Relacionar-se é díficil

É muito díficil se relacionar. No geral, com família, amigos, mas principalmente com seu namorado, marido, amante, seja lá o que for. Com a família fica um pouco mais fácil, porque você sabe que pode brigar, xingar, que com algumas exceções, eles sempre vão estar lá para te apoiar. Com os amigos você aprende a conviver com os defeitos de cada um deles, e aprende por consequência que ninguém é perfeito. E tirando algumas pessoas com índoles bem ruins que encontramos pela frente, normalmente seguramos a onda com os amigos e dificilmente brigamos feio, quando o amigo é de verdade.

Agora com relação ao partner, a coisa fica mais complicada. Pelo menos para mim é bem complicada. É difícil entender o outro e mais díficil ainda entender aquilo que ele julga ser errado em mim. Dizem que sou mimado, que quero que as coisas aconteçam sempre do meu jeito. Mas não sei até que ponto impor as minhas vontades sobre as decisões da minha vida é sinônimo de mimadisse, ou simplesmente, sou eu, querendo fazer as coisas do meu jeito, para que eu simplesmente tenha uma vida mais feliz.

Até que ponto eu tenho que ceder em relação ao outro e as suas vontades? Acredito que se os dois ficarem cedendo em prol de uma vontade consensual, os dois acabam perdendo sua verdadeira identidade e o verdadeiro foco daquilo que querem fazer e ser. Mas entendo também, que sem algumas concessões, tudo ficaria muito chato. Que é necessário pensar no outro, que agora eu não sou mais sozinho e que tem alguém ali que gosta de mim, que precisa de mim e precisa que eu o entenda do jeito que é. Mas o grande problema está aí: qual a linha entre ceder e não ceder?

Eu realmente não sei. Mas tem sido um exercício diário aprender a me relacionar. É difícil quando o outro te joga na sua cara os seus defeitos. É díficil admití-los. É mais difícil ainda entender que por eles, você magoou alguém de que tanto gosta. Desabafos à parte, a vida sem o amor é chata, cinza, vazia. É tão bom tem alguém em quem pensar, com quem sonhar, para quem voltar. Que bom que eu gosto tanto assim desse meu alguém.

Insonia??

Dormir é sempre tão bom. Eu amo. Melhor que muita festa - a maioria, na verdade. Nestes dias de frio então. E se for acompanhado, tão melhor. Depois de uma boa noite de sono, tantos problemas parecem passado. Tantos dramas parecem tão bobos. Tantas neuras viram bobagens.

Além de tudo, a pele fica tão melhor.

Canto da Sereia


(Marcelo Lopes)

De onde vem essa voz?
Que sai de corpo tão frágil e pequenino?
É um encanto que puseram em nós?
Ou retornei ao meu tempo de menino?

Quando as sereias habitavam mares e rios
E enfeitiçavam marinheiros e clandestinos
Que pulavam, se jogavam e sumiam no vazio
Ao ouvir seu canto... em sonho... em desatino.

Homem feito, deparo com o sonho incorporado.
Encantada, a sereia, em palco, se manifesta
Ao meu tempo de menino sou levado
-Era esta a voz da sereia, era esta, era esta!

Os pés descalços da sereia
Dançam com leveza de pluma.
Suaves, deslizam pelo espaço,
Seu palco é sua água; é sua espuma...

Os braços a romper o vazio
Em gestos que beiram a feitiçaria.
Pela espinha nos desce um arrepio
Hipnotizados, ei-nos marinheiros de hoje em dia.

Ao emitir seu canto, um chicote traz na mão.
Rainha dos raios chicoteia, risca o céu num clarão.
Misto de Iansã e de Sereia, de raio e de trovão.
De sua boca sai o pranto, sai o riso, a alma, o coração...

Tal como médium, recebe e incorpora
Em cada número, dela própria uma versão.
Convivem ambas, menina e senhora
Maricotinha, Luz da Noite, Drama, Opinião!

O chicote pousado no chão é sinal de despedida
Junto à boca de cena, a reverência comovida
Qual trapezista no último salto, mandou beijos e partiu
E com os braços para o alto, voltou, aos pulos,
Para o reino encantado de onde saiu!

Amy Amy Amy!!!!


He left no time to regret
Kept his dick wet
With his same old safe bet
Me and my head high
And my tears dry
Get on without my guy
You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked
I'll go back to black

We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to.....

I go back to us

I love you much
It's not enough
You love blow and I love puff

And life is like a pipe
And I'm a tiny penny rolling up the walls inside

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to

Black, black, black, black, black, black, black,
I go back to
I go back to

We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to


We only said good-bye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black

Convém não facilitar com os bons, convém não provocar os puros. Há no ser humano, e ainda nos melhores, uma série de ferocidades adormecidas. O importante é não acordá-las.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Poeminha do dia dos namorados!!


Para uma pessoa que me ensinou o real significado da palavra amor!!!


Se você tem alguém especial;
ame-a com todas as foças,
não deixe pequenas coisas interromperem sua felicidade,


Se você tem alguém especial;
Diga a ela que você a ama,
que sente sua falta quando longe ela está,
que você se sente bem com a voz e alegria dela.

Se você tem alguém especial;
neste dia diga isso, faça isso, mesmo que por um dia, seja e faça alguém se sentir especial.
Quanto mais você me ignora
mais íntimo eu fico
você está perdendo seu tempo
quanto mais você me ignora mais íntimo eu fico
você está perdendo seu tempo
Eu estarei
no bar
com minha cabeça
no bar
Eu sou agora
uma parte central
da paisagem da sua mente
se você se importa
ou não
yeah, eu transformei sua mente
quanto mais você me ignora
mais íntimo eu fico.
você está perdendo seu tempo
Cuidado!
Eu agüento mais rancores
que os juízes sozinhos da alta corte
quando você dormir
Eu rastejarei
em seus pensamentos
como uma dívida ruim
que você não pode pagar
tome o modo fácil
e ceda
yeah, e admita
É guerra

Até agora to sem entender o porque que Morrissey escreveu essa letra! Mais até que é bem interessante!

1º acesso inútil

Bem...Começou, sinceramente ainda não tenho a menor ideia de porque ter um blog desses, mais acho que vai acabar me fazendo um pouco de compahia nesses madrugadas acordado, onde somente a insônia me acompanha e sempre é minha fiel escudeira!